Active Learning Methodologies: An Experience for Faculty Training at Medical Education


When studying the implementation movement of active learning methodologies, especially the Problem Based Learning (PBL) at medical schools, it is considered that faculty training is of great relevance and is a weakness to be overcome. In this paper, an experience from a medical school is shared concerning the accession to PBL especially focusing the course on the faculty development during this process. The Faculty Development Program (FDP), made permanent in this institution, is presented, as well as its steps in 17 years of existence: strategies and guidelines for practical support. At first, faculty training programs were based on Continuing Education (CE) and Permanent Education (PE) demonstrating theoretical references and methodologies paying greater attention to the current process of Academic Permanent Education (APE). This study also describes the APE organization, potentialities and weaknesses rates and, following that, broadens reflection on challenges surrounding faculty training programs in medical schools. It is concluded that APE, when promoting operative group activities and active knowledge production, it supports and strengthens team work. When stimulating active attitude for personal and professional teacher growth, APE also collaborates for pedagogical, curricular and humanistic development of the higher education institute.

Share and Cite:

Francischetti, I. , Vieira, C. , Pio, D. , Soares, M. , Colela, A. , Nunes, C. and Parpineli, V. (2014) Active Learning Methodologies: An Experience for Faculty Training at Medical Education. Creative Education, 5, 1882-1886. doi: 10.4236/ce.2014.521210.

Conflicts of Interest

The authors declare no conflicts of interest.


[1] Albanese, M. A., & Mitchell, S. (1993). Problem-Based Learning: A Review of the Literature on Its Outcomes and Implementation Issues. Academic Medicine, 68, 52-81.
[2] Almeida, M. T. C., Maia, F. A., & Batista, N. A. (2013). Gestão nas escolas médicas e sustentabilidade dos programas de desenvolvimento docente. Avaliação, 18, 299-310.
[3] Barrows, H. S., & Tamblyn, R. M. (1980). Problem-Based Learning: An Approach to Medical Education. New York, NY: Springer.
[4] Berbel, N. A. N. (1998). A problematização e a aprendizagem baseada em problemas. Interface: Comunicação, Saúde, Educação, 2, 139-154.
[5] Bleger, J., Liberman, D., Pichon-Rivière, E., & Rolla, E. (2009). Técnica dos grupos operativos. In E. Pichon-Rivière (Ed.), O processo grupal (8a ed., pp. 121-137). São Paulo: Editora Martins Fontes.
[6] Bodernave, J. D., & Pereira, A. M. (1982). Estratégias de ensino-aprendizagem. Petrópolis: Vozes.
[7] Costa, N. M. S. C. (2010) Pedagogical Training of Medicine Professors. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 18, 102- 108.
[8] Dochy, F., Segers, M., Van den Bossche, P., & Struyven, K. (2005). Student’s Perceptions of a Problem-Based Learning Environment. Learning Environments Research, 8, 41-66.
[9] Faculdade de Medicina de Marília (2008). Caderno do programa de desenvolvimento docente: Cursos de Medicina e Enfermagem. Marília: Faculdade de Medicina de Marília.
[10] Faria, M. J. S. S., Nunes, E. F. P. A., Anastasiou, L., Sakai, M. H., & Silva, V. L. M. (2008). The Challenge of Faculty Development: The Experience of the Medical School at the State University of Londrina. Revista Brasileira de Educação Médica, 32, 248-253.
[11] Francischetti, I. et al. (2010). Programa de desenvolvimento docente (PDD) da Faculdade de Medicina de Marília (Famema): Estratégia reflexiva para a transformação das práticas. In Congresso Internacional PBL.
[12] Freire, P. (1999). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa (2a ed.). Rio de Janeiro: Paz e Terra.
[13] Gomes, C. P. M. L., Francischetti, I., & Parpineli, V. L. F. (2014). Educação permanente na academia (EPA) e educação permanente em saúde (EPS): confluências. In Francischetti et al. (Orgs.), Educação permanente na academia: Da teoria à prática (pp. 29-36). Curitiba: CRV.
[14] Hoffman, K., Hosokawa, M., Blake Jr., R., Headrick, L., & Johnson, G. (2006). Problem-Based Learning Outcomes: Ten Years of Experience at the University of Missouri-Columbia School of Medicine. Academic Medicine, 81, 617-625.
[15] Machado, J. M., Machado, V. M., & Vieira, J. E. (2011). Faculty Recruitment and Development for Innovative Curricula in Undergraduate Health Courses. Revista Brasileira de Educação Médica, 35, 326-333.
[16] Moreira, M. A. (1997). Aprendizagem significativa crítica. In M. A. Moreira, M. L. R. Palmero, & M. C. C. Sahelices (Coords.), Aprendizagém significativa: Um conceito subjacente. In LaSalle-Centro Universitario, Encuentro Internacional sobre el Aprendizaje Significativo (pp. 33-45). Burgos: Universidad de Burgos.
[17] Moust, J. H. C., Van Berkel, H. J. M., & Schmidt, H. G. (2005). Reflections on Three Decades of Problem-Based Learning. Higher Education, 50, 665-683.
[18] Newman, M. (2003). A Pilot Systematic Review and Meta-Analysis on the Effectiveness of Problem Based Learning. Campbell Collaboration Systematic Review Group on the Effectiveness of Problem Based Learning. Newcastle, UK: University of Newcastle; Learning and Teaching Support Network.
[19] Nunes, C. R. R., Rolin, L. M. G., & Lopes, V. M. M. (2014). Os primórdios da educação permanente na academia e nos serviços de saúde. In Francischetti et al. (Orgs.), Educação Permanente na Academia: Da teoria à prática (pp. 17-28). Curitiba: CRV.
[20] Perim, G. L., Abdalla, I. G., da Silva, R. H. A., Lampert, J. B., Stella, R. C. R., & Costa, N. M. S. C. (2009). Teaching Developmentand Medical Education. Revista Brasileira de Educação Médica, 33, 70-82.
[21] Pichon-Rivière, E. (2009) O Processo Grupal (8a ed.). São Paulo: Editora Martins Fontes.
[22] Pio, D. A. M., & Angeli, O. A. (2014). Integração do processo grupal com o processo de ensino-aprendizagem: Experiência com grupos de educação permanente na academia (EPA). In I. Francischetti et al. (Eds.), Educação permanente na academia: Teoria e prática (pp. 49-55). Curitiba: CRV.
[23] Silva, R. H. A., & Scapin. L. T. (2011). Utilização da avaliação formativa para a implementação da problematização como método ativo de ensino-aprendizagem. Estudos em Avaliação Educacionais, 22, 537-552.
[24] Vieira, C. M., Soares, M. O. M., & Locatelli, R. R. (2014). Educação permanente na academia (EPA): Fundamentos, planejamento e estratégias. In: Francischetti et al. (Orgs.), Educação permanente na academia: da teoria à prática (pp. 37-48). Curitiba: CRV.
[25] Zeichner, K. M. (2008). A Critical Analysis of Reflection as a Goal for Teacher Education. Educação & Sociedade, 29, 535- 554.
[26] Zimerman, D. E. (2007). A importância dos grupos na saúde, cultura e diversidade. Vínculo, 4, 1-16.

Copyright © 2023 by authors and Scientific Research Publishing Inc.

Creative Commons License

This work and the related PDF file are licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.